Garrafeira em Loulé
Não queremos vender só garrafas. Queremos vender momentos.
Somos uma garrafeira de rua, com duas pessoas ao balcão e mais de 1 200 referências atrás delas. O que nos distingue não é o catálogo — é ter alguém que o leu todo.
Quem somos
Uma loja de bairro com adega de cidade
Abrimos na Praça da República e ficámos. Vendemos a quem passa a pé, a quem vem de propósito de Faro e a quem está de férias e quer levar algo que não encontra em casa.
Compramos garrafa a garrafa, quase sempre depois de visitar a adega. Não temos vinhos em loja que não tenhamos provado — e quando um não convence, sai da prateleira, mesmo que venda bem.
O resto do trabalho é conversa. Perguntar o que vai comer, quem vem à mesa e quanto quer gastar.
O que mudámos
Arrumámos a loja por ocasião, não por região
Ninguém entra numa garrafeira a pensar “hoje quero Dão”. Entra a pensar no jantar de sábado, no churrasco, no presente que tem de levar amanhã. Sete estantes, sete momentos.
Como trabalhamos
Três regras que não negociamos
A equipa
Duas pessoas, e é isso que dá para prometer
Não há call center. Quem responde ao telefone é quem embala a encomenda e quem está ao balcão no sábado. Às vezes demoramos dez minutos a atender — normalmente porque estamos a aconselhar alguém.
