Tem uma cor rubi de grande profundidade. O seu aroma é intenso e de excelente complexidade, com saliência para os frutos vermelhos vivos. São ainda de destacar as notas de espargos e alcachofras, sous-bois e os aromas de madeira de excelente qualidade e em perfeita harmonia. Na boca tem um excelente volume, acidez viva e bem integrada, taninos intensos e notas de frutos vermelhos, pimenta, cravinho e gengibre
É na vinha velha da Quinta do Caêdo, em Ervedosa do Douro, que a cada ano nasce, por obra e inspiração de Fernando Guedes, uma nova colheita de Legado. Um vinho que não se quer perfeito mas simbólico, uma expressão máxima de terroir numa homenagem ao tempo e à passagem de testemunho.
Cor rubi de grande profundidade. Aroma de excelente intensidade e complexidade com notas de frutos vermelhos, frutos pretos, resina, cedro, caixa de tabaco, ligeiramente floral, pedregoso, especiado a pimenta, cravinho e com uma madeira de excelente qualidade muito bem integrada. Na boca tem um ataque explosivo com taninos bem presentes de grande qualidade, acidez bem integrada
Legado 2012 apresenta uma cor rubi profunda. O seu aroma tem excelente complexidade, com uma forte mineralidade, aromas de especiarias a canela, gengibre e pimenta, balsâmicos a cedro e caixa de tabaco. Complementam apontamentos arbustivos, alguma salinidade e notas de madeira de excelente qualidade e em perfeita integração. Na boca é elegante, mas poderoso, dono de uma notável frescura, aliada a taninos de grande qualidade, sedosos e muito bem integrados.
Na boca é sedoso, onde a estrutura tânica está meticulosamente inserida, demonstrando as capacidades de uma vinha com mais de 80 anos. E
Nariz muito vivo e eloquente, a fruta vermelha madura e as ameixas pretas estão harmoniosamente integradas.
O Quinta do Portal Auru 2011 congrega a excelência do Douro.
Este vinho único, de produção muito limitada, resulta de um blend da habitual Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Francesa, que é depois vinificado em pequenos lagares que nos permite uma abordagem muito intima no processo, respeitando ao máximo o fruto, realizando uma extracção muito suave. Concentrado na cor violeta.
Cor rubi profunda e aroma intenso e muito complexo. No nariz, destacam-se os frutos secos como a amendoa e a avelã, as notas florais de alfazema, as balsâmicas a cedro e um ligeiro aroma mentolado. Sobressaem ainda as especiarias, fruta preta, algumas notas arbustivas e uma madeira de grande qualidade. Na boca, evidenciam-se as notas florais e de frutos pretos. É um vinho volumoso e suave ao mesmo tempo, com taninos vivos e muito bem integrados, com um final de grande elegância e longevidade.
A sua elegância e complexidade, os seus taninos envolventes, macios e maduros são uma forma única de expressar as vinhas muito antigas, as mais frescas e abrigadas de Vale de Mendiz, em pleno vale do rio Pinhão.
O Charme 2013 mostra uma cor vermelha brilhante meio clara com um aroma complexo reminiscente de folhas de chá, um carácter suave de terra e uma sugestão de cerejas. Na boca, embora delicado e elegante, tem subjacente uma estrutura assertiva muito prolongada,
Os melhores vinhos do Douro são produzidos a partir de uvas cultivadas quer nas margens do rio Douro, quer dos seus afluentes. As castas tintas da Quinta da Romaneira advêm, exactamente, de vinhas localizadas junto ao rio. As
Paladar Estrutura presente mas muito delicada, mais uma vez, sustentada pela fracção aromática que origina um perfil de vinho com muita elegância e presença em boca. Final muito longo a antever um enorme potencial de envelhecimento.
Cor vermelho intenso. Aroma profundo a revelar já uma imensa complexidade para a sua tenra idade. A componente aromática do vinho demonstra mestria na integração com os aromas provenientes do estágio em barrica.
Na Quinta do Pôpa exploramos ao máximo as potencialidades das nossas castas, mantendo a linha histórica de castas do Douro, algumas destas provenientes de vinhas com mais de 80 anos de idade, todas de letra A e que crescem sobre o espelho das águas do rio Douro.
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Cor rubi intenso. No nariz, ainda esta fechado. Frutos vermelhos maduros vivos, frescos, com notas balsâmicas a envolver o conjunto. Muito elegante. Na boca firme e bom equilíbrio entre taninos, acidez e álcool.
De cor vermelha púrpura carregada apresenta-se muito concentrada no nariz com aroma a frutos vermelhos bem maduros, cacau e especiarias integrados com notas de madeira. A boca é elegante com boa acidez e taninos aveludados resultando num vinho muito estruturado e harmonioso.
Cor púrpura e bastante profunda, aromas muito complexos e distintos onde predominam o carácter frutado e floral com notas especiadas.
Na boca mostra fruta, complexidade com taninos de grande nível que lhe conferem um longo final de boca. Esta combinação equilibrada de poder e elegância contribui certamente para o seu potencial de envelhecimento, pelo que o vinho beneficiará com alguns anos em garrafa.
Cor ruby com laivos atijolados. Aroma expressivo: notas balsâmicas, fruta vermelha fresca, especiaria, grafite e olaria. Na boca, grande textura e volume, robusto e com taninos sedosos e gulosos.
Os vinhos da Quinta do Portal no Douro caracterizam-se pela sua elegância e frescura, sendo sempre o objectivo engarrafar vinhos que proporcionem verdadeiros momentos de prazer.
Cor vermelha intensa e profunda com tonalidades violetas. Aroma intenso, fresco e complexo, onde dominam os frutos maduros, como amora, ameixa e cassis, alguns aromas florais, como as violetas, e aromas terciários provenientes da sua "elevage" em barricas. Possui taninos firmes, maduros e uma acidez equilibrada. Este conjunto, bem envolvido no seu grande volume e corpo, confere um final longo e elegante, definido para o perfil Duorum
COR: Vermelho Ruby.
AROMA: Exuberância e diversidade aromática. Se numa primeira sensação nos leva para uma frescura dada pelo lado mentolado, numa segunda sensação prevalecem as notas de fruta madura dada pela amora e ameixa pretas e para finalizar temos as notas de especiarias dadas pelos estágio em barrica de carvalho francês.
PALATO: Com uma entrada suave e volumosa, na boca releva-se um vinho intenso, com estrutura e tanino sedoso, no final de boca podemos sentir o seu estágio com as notas de tosta presentes.
Vindima manual, a partir das vinhas presentes no Vale de Canivães com cerca de 35 anos de idade das castas Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Fermentação maloláctica em barrica e posterior estágio 12 meses em barricas novas e 12 meses em barrica usadas.
Todos os anos a equipa de enologia decide engarrafar um ou dois vinhos monovarietais, com castas que se destacaram do lote do Reserva, nesse ano. À semelhança do que aconteceu em 2013 no lançamento dos primeiros vinhos da Quinta da Boavista, a escolha recaíu sobre o Touriga Nacional que continua a afirmar-se como ‘casta ‘bandeira’ de Portugal.
Cor escura, densa e opaca. Fruta intensa de mirtilos e framboesas, massa de pão, pastelaria e especiarias. Aromas característicos a flores silvestres presentes nas vinhas da Romaneira. Revela sabores minerais, com notas bem integradas da barrica e de chocolate preto. Taninos muito bons e excelente finesse.